Irregularidade no TAF gera nova oportunidade para candidata prejudicada!
Em concurso da Polícia Federal, foi reconhecido judicialmente que a banca cometeu erro ao não oferecer o apoio firme igual aos demais (suporte) para a candidata durante a prova de barra fixa — ela teve de subir usando o arco da escada, realizando esforço extra antes mesmo de iniciar o teste.
A decisão enfatizou que essa distinção viola o princípio da isonomia, porque todos os candidatos devem competir em condições idênticas, conforme edital e parâmetros judiciais. Não se trata de mero favorecimento, mas de obrigação de garantir igualdade no teste.
Moral do dia: o tribunal determinou refazer o TAF, possibilitando à candidata repetir a barra fixa em condições regulares; se aprovada, poderá prosseguir e até obter nomeação e posse.
O precedente aponta para a importância de fiscalização e atuação jurídica imediata quando houver desigualdade na aplicação do teste.
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